sexta-feira, 26 de setembro de 2014
O coração vibra tranquilo
No repouso do espírito.
O canto que dele se extrai
É obra cumprida
Do Ser que Ama.
Se essas palavras
Existem,
Existem para serem
Sopradas.
Nada jamais será igual
Ao Eterno
Que sinto neste instante.
O Eterno, por sua vez,
Sempre estará aqui,
A todo instante
Diferente.
Numa rede, em meio à
natureza espiritual da Pousada da Figueira Grande, algumas horas após do
encerramento do Sadvipra Leadership Training. Maio de 2014
Marcadores:
Akash,
livro,
O que ainda não sei chamar de meu,
poesia
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário